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Em novembro, a mineira Kellen Oliveira, de 42 anos, usou uma caneta emagrecedora do Paraguai vendida de forma ilegal e sem prescrição médica. Dias depois, passou a sentir fortes dores abdominais e precisou ser internada.

O quadro de Kellen foi piorando e os médicos diagnosticaram a síndrome de Guillain-Barré, doença rara em que o sistema imunológico ataca os nervos periféricos, causando fraqueza muscular progressiva, dormência e formigamento. Kellen está internada até hoje na UTI em Belo Horizonte.

O caso dela chama atenção para o perigoso comércio de canetas emagrecedoras ilegais. Dados obtidos pelo Fantástico, comprovam que esse mercado clandestino vem aumentando vertiginosamente.

Em 2024, a Receita Federal apreendeu 2.500 unidades de canetas ilegais. No ano passado, foram 30 mil canetas emagrecedoras!

Esses produtos podem causar efeitos colaterais extremamente severos e até levar os pacientes ao óbito.

É sobre esse assunto que vamos conversar hoje com o Dr. Fabio Trujilho, diretor do departamento de obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e presidente da ABESO, Associação Brasileira de Estudos da Obesidade.

Logo do podcast Bem-Estar — Foto: Arte/Bem Estar

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Fonte: G1

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