São Paulo vai a 37.256 mortos por Covid-19

Marca de 1 milhão de casos confirmados foi batida há uma semana. Agora, são 1.037.660 registros de contaminações por coronavírus no estado.

O estado de São Paulo registrou neste domingo (11) 33 novas mortes por Covid-19. Após registrar oito dias seguidos de queda, a média de mortes voltou à estabilidade na terça-feira (6).

No total, o estado já registrou 37.256 mortes por coronavírus.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, foram 2.844 casos registrados em 24 horas, totalizando agora 1.037.660 casos confirmados. A marca de 1 milhão de casos confirmados da doença foi batida há uma semana, depois de mais de sete meses de pandemia no estado. A média móvel de casos em 7 dias é de 4.484.

As novas confirmações em 24 horas não significam que as mortes e casos aconteceram de um dia para o outro, mas que foram contabilizadas no sistema neste período. Os valores costumam ser menores aos finais de semana e segundas-feiras, devido ao atraso nas notificações.

Na segunda-feira (5), o governo de São Paulo admitiu um crescimento de 3,3% nas novas internações no estado, após 10 semanas consecutivas com queda no indicador. O número de novas internações é diferente do total de internados porque os pacientes da Covid-19 podem permanecer por vários dias no hospital.

Veja os novos registros no estado de SP nas últimas 24 horas:

  • 33 novas mortes
  • 2.844 novos casos

Veja o total no estado de SP desde o início da pandemia:

  • 37.256 mortes
  • 1.037.660 casos confirmados

Evolução da epidemia

Desde o fim de agosto, os registros diários de novas mortes estão sendo menores, mas a variação da média móvel de mortes ainda estava dentro do que os especialistas consideravam estabilidade, pois aumentava ou diminuía dentro da faixa de até 15%. Na sequência, houve um período de queda de fato.

O aumento se deu, pois durante o feriado do dia 7 de setembro a média móvel de mortes chegou a 151, menor valor registrado em 100 dias. Nos feriados e finais de semana costuma ocorrer subnotificação dos casos e mortes, pois as equipes dos laboratórios trabalham em regime de plantão.

Após o feriado prolongado, o estado voltou a ter maiores registros na média diária de mortes e a tendência voltou à estabilidade.

Depois, houve um novo período de queda, verificado desde a última segunda (28). O governo estadual comemorou a diminuição nos registros, mas afirmou que ainda não era possível relaxar nos cuidados, já que a doença ainda não foi controlada.

O diretor-executivo do Centro de Contingência do Coronavírus no estado, João Gabbardo, também destacou que não era possível falar em uma “segunda onda” de casos e mortes em São Paulo, já que o estado ainda não teria saído completamente da primeira.

“Eu não falaria em segunda onda no Brasil e em São Paulo, porque nós não saímos da primeira ainda. Nós ficamos um bom tempo no platô e agora estamos começando a descer, então não se fala ainda em segunda onda em São Paulo. Claro que isso é uma preocupação, mas os indicadores que nós temos não apontam para isso [novo aumento]. Os indicadores mostram uma redução importante no número de internações, na ocupação de leitos de UTI, mostra a redução de casos confirmados e redução dos óbitos”, disse Gabbardo no dia 28 de setembro.

O estado de São Paulo já chegou a permanecer por mais de três meses ininterruptos com a média diária de mortes acima de 200 por dia, o chamado platô no ponto mais alto da curva epidemiológica.

Desde o dia 17 de setembro, no entanto, a média diária de mortes tem se mantido abaixo de 200.

Fonte: G1

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

LIVE OFFLINE
track image
Loading...